Iphone X.

O Apple iPhone X é o novo smartphone IOS com características inovadoras que o tornam uma excelente opção para qualquer tipo de utilização. A tela de 5.8 polegadas coloca esse Apple no topo de sua categoria. A resolução também é alta: 2436×1125 pixel. As funcionalidades oferecidas pelo Apple iPhone X são muitas e top de linha. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet, além de conectividade Wi-fi e GPS presente no aparelho. Tem também leitor multimídia, videoconferência, e bluetooth. Enfatizamos a excelente memória interna de 256 GB mas sem a possibilidade de expansão.
Câmera de 12 megapixel. A espessura de apenas 7.7 milímetros torna o Apple iPhone X um dos telefones mais finos que existem.

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Fonte:

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ROBÔS IMITAM HUMANOS E APRENDEM A JOGAR FUTEBOL

Driblar o adversário, encontrar espaço para um passe ou um chute e ainda fazer o gol. São muitos os desafios para quem joga futebol profissionalmente ou apenas se diverte no campinho do bairro. As jogadas e combinações no futebol que são ensinadas aos atletas desde a infância também são desafiadoras para um time de robôs que têm aprendido a andar, chutar e levantar, e cada novo movimento é construído a partir desses passos. Um projeto desenvolvido pela Universidade de Campinas (Unicamp), em conjunto com Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), usa diversos tipos de processos de aprendizagem e constrói robôs que são estimulados em ambientes com simuladores de alta fidelidade, introduzindo algoritmos de aprendizagem e transferindo-os para os robôs reais. O trabalho destaca-se por reunir sistemas cognitivos que fazem os robôs aprenderem a enxergar as coisas, a se comportar e a tomar as decisões corretas, retransmitindo esses comportamentos e aperfeiçoando-os.

“Uma das formas de aprender é por imitação e também por interação com o ambiente. O robô interage com o mundo e aprende como se comportar da melhor forma, de acordo com o que a gente quer, como correr, andar, pegar alguma coisa. A gente escreve algoritmos de aprendizado por reforço para que eles aprendam como realizar determinadas tarefas”, explica a pesquisadora e professora da Unicamp Esther Luna Colombini.

Ela é também integrante do Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE), sediado nos Estados Unidos e com escritório no Brasil. O IEEE, que se dedica ao avanço da tecnologia para a humanidade, acaba de lançar a série Como os Robôs Aprendem, com participação de cientistas do mundo todo e membros do organização, com expertise em robótica.

A tarefa do futebol de robôs vem sendo trabalhada em diversos projetos há mais 20 anos, mas os desafios dos cientistas continuam. “O que fazemos é desenvolver novas técnicas e novas arquiteturas de robôs para tentar fazer isso da melhor forma possível. Por exemplo, a caminhada de robôs é um problema seríssimo.Não tem [solução] para caminhada bípede, e para fazer as tarefas típicas do futebol de robôs, e principalmente de robôs humanoides e altos, que é o caso do nosso, ainda não é um problema resolvido na literatura [científica]. Então, o nosso desafio é construir um robô em que a estrutura dele seja relativamente diferente. Isso impõe algumas complexidades maiores no sistema”, diz Esther.

O desenvolvimento dos robôs vai além da prática do futebol. Segundo a pesquisadora, as técnicas são experimentadas e estudadas dentro desse contexto porque é complexo, mas podem ser transferidas para diversas outras áreas da ciência. “O projeto de locomoção de robôs pode ser transferido para um exoesqueleto que ajude uma pessoa que tenha deficiência, por exemplo.” Esther enumera outros casos. “O sistema que usamos para o robô se localizar dentro do campo pode ser usado por um robô que está fazendo a limpeza de uma casa saber onde está, quais áreas já limpou, para onde tem que ir. O mesmo sistema de localização pode ser usado por um robô aéreo que vai identificar desmatamento em uma área. Muitas vezes o uso não é direto, mas as técnicas são usadas para cenários parecidos”, detalha.

Atualmente, muitos robôs são usados para finalizar procedimentos cirúrgicos ou agilizar processos em fábricas. Por essa razão, não necessariamente precisam ser “humanos”, pois interagem com menos frequência. Mas é fundamental que os robôs que passarão a ter maior interação com seres humanos ou que serão usados para entretenimento estejam mais próximos aos humanos em comportamento, movimento e até na fala.

“Cada vez mais os robôs estão sendo usados em aplicações onde tem humanos, isso significa que eles têm que aprender a não colidir com humanos, a entregar objetos, tem toda essa parte de coordenação dos movimentos, mas também têm a parte de entender as emoções humanas, como reconhecer a voz, o humor, então temos muitos estudos da parte da psicologia e da cognição para tentar refletir isso nos robôs”, acrescenta Esther.

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WHATSAPP TERÁ COMPARTILHAMENTO DE LOCALIZAÇÃO EM TEMPO REAL

WhatsApp anunciou nesta terça-feira (17) um novo recurso que vai permitir ao usuário compartilhar sua localização em tempo real com seus contatos.

A ferramenta “localização atual” possibilita controlar quem verá a movimentação e por quanto tempo.

Para usar, bastará abrir a conversa com o contato ou grupo com quem desejar compartilhar. Sob “localização”, no botão anexar, haverá a nova opção de “compartilhar localização atual”. Escolha por quanto tempo deseja compartilhá-la e toque em enviar.

Cada membro da conversa conseguirá ver a localização em tempo real em um mapa. Se mais de uma pessoa compartilhar sua localização em um grupo, todas as localizações aparecerão no mesmo mapa.

O recurso estará disponível para Android e iPhone e será lançado no aplicativo nas próximas semanas. 

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Atualização faz do Windows 10 uma casa virtual

São Paulo – A Microsoft liberou uma grande atualização para o sistema Windows 10. O Fall Creators Update segue a ideia da Microsoft de liberar duas atualizações anuais para o sistema.

Entre muitas novidades práticas para usuários, uma mais ousada chama bastante a atenção. A Microsoft traz o que chama da realidade mista ao Windows 10. Junto com o update, fabricantes como Lenovo, HP e Acer estão lançando óculos de realidade virtual para uso com o Windows 10.

Com a atualização, a Microsoft mostra um pouco da sua visão para o futuro da computação. Conectar os óculos de realidade mista ao Windows 10 transforma o computador em uma casa.

O uso do termo casa não é uma analogia. O usuário é transportado a uma casa virtual. Lá, aplicações tomam forma de quadros que podem ser pendurados nas paredes ou de objetos de decoração.

O app da Netflix, por exemplo, funciona como um grande quadro no qual o usuário pode assistir às séries e aos filmes. É possível até jogar games do Xbox, console de videogame da Microsoft, usando os óculos. A casa é rodeada por um cenário paradisíaco mesclando montanhas de um lado e um mar de outro.

Casa da realidade virtual do Windows 10, da Microsoft

Os óculos para realidade mista da Microsoft têm uma diferença importante em relação a outros produtos parecidos: estão equipados com duas câmeras na frente. Graças a isso, não são precisos outros sensores para entender a movimentação da cabeça do usuário.

Em espaços limpos (sem móveis ou objetos) é possível se deslocar pelo interior da casa ao andar no mundo real. Caso o ambiente não esteja preparado, é possível fazer essa movimentação virtual por meio do próprio computador (por mais que a própria Microsoft não ache esse o melhor jeito, já que os olhos estão tampados pelos óculos) ou usando um controle de Xbox One.

Um próximo passo é fornecer a usuários sensores que podem ser usados nas mãos para que a interação com o conteúdo seja mais gestual.

Headsets

Para essa imersão, é preciso usar um dos óculos de realidade mista. São cinco fabricantes trabalhando com a Microsoft neste primeiro momento. Lenovo, Dell, Acer, Asus, HP e Samsung.

No Brasil, a Lenovo já está vendendo o seu produto. O Lenovo Explorer é lançado por 2.499 reais e já pode ser comprado na loja online da marca.

EXAME testou o aparelho e conheceu a casa virtual do Windows 10. O Lenovo Explorer é confortável para uso e fácil de ser ajustado.

O aparelho, assim como todos os outros de realidade mista, se conecta a um computador por meio de HDMI e USB.

Todo o processamento é realizado no próprio computador. Por conta disso, as especificações mínimas exigidas do notebook ou computador são altas. A tecnologia demanda alto poder de processamento e pede uma placa dedicada de vídeo.

Fonte:

http://abr.ai/2x4nwkB