Fotos Antigas #5

Óculos – boné
Cabelo natural
Bone e óculos
Cabelo natural
Cabelo natural e vestido

Toca
Anúncios

01/11 Sou uma flecha e um lobo.

Livro 01 – Vitória – Castelo Para Vampiros

Volto para casa mancando por conta da perna, carrego uma mochila com um segredo que os índios me contou sobre minha avó, abro a porta e me deparo com Júlia.

-Meu Deus onde estava? O que houve com sua perna? -Pergunta ela preocupada.

-Eu apenas cai. -Digo jogando a mochila ali no chão, ela põe seu braço em meu pescoço e me leva para sentar no sofá da sala.

-Fique aqui eu vou fazer um curativo.

-Obrigada!

-Jack esteve te procurando. O que houve? Ele disse que nosso pai foi preso por porte de arma. Sabe de algo? -Pergunta ela limpando minha ferida com um pano úmido.

-Nao. -Respondo olhando para ela que é tão linda, não é errado Jack sentir atração.

-Você gosta dele? -Pergunto lembrando da visão que tive mais cedo.

-O que? Não, eu não. -Ela fica nervosa como se quisesse guardar o segredo.

-Ele é mais velho, mais maturo e atraente mas não quero ir além disto. Quero ser independente entende? -Pergunta ela enfaixando minha perna.

-Sim. -Respondo, alguém bate na porta, sinto o cheiro, é Jack.

-Nao, não abra. -Peço a Júlia.

-Vitória não pode ficar fugindo da polícia, eu já volto. -Ela caminha até a porta e corro para conzinha.

-Vitoria já voltou? -Ouço a voz doce de Jack cato a mochila e fujo.

+++

Vou atrás de Dodge mas não o encontro, decido então ligar.

-Dodge! Preciso de um favor seu! Me encontre na praça. -Peco.

-Você já encontrou o livro? -Pergunta ele mas Desligo.

Chego a praça e ele se despede de Gabriela para falar comigo.

-Você é sem educação sabia? Como está andando ao sol?

-Escute! Jack já sabe de mim, ele não vai me deixar em paz até me prender. Estou ao sol por que conheci outro amigo e ele está no quarto de Tânia pronto para terminar de mata-la se você não cooperar.

-Nao posso hipnotiza-lo então é bom ter um plano!

-Por que não pode hipnotiza-lo?

-Eu não sei! Talvez seja um descendente! 

-Nao. Não pode ser! 

-Então me dê uma boa explicação para isto.

-Esta bem, vamos ao plano. Eu vou convece-lo a me deixar em paz, vamos arranjar um encontro, eu, você e ele. -Explico a Dodge.

-Você já entendeu não é Jack? Se tentar fazer qualquer gracinha eu termino de matar sua namorada Tânia. Venha até a ponte. -Digo a Jack por telefone.

+++

Após alguns minutos Jack chega no carro da polícia e Dodge pede pra parar, fico na ponte ouvindo tudo de longe. Estou sentada ao chão que é feito de pedras, embaixo há um pequeno córrego, sinto o sol bater em meu rosto, é uma sensação deliciosa.

-Você não a machucaria , está blefando! -Diz Jack.

-Acha que concordei com isto? Foi de Vitória a ideia! Ela tem outro amigo. Agora fica calado e vire-se pra eu te revistar.

-Você é um não é?
-Sou um rebelde. -Diz Dodge ouço ele jogar as armas de Jack em uma caixa.

-Eu não gosto de você , se está vivo ainda, agradeça a Vitória. -Diz Dodge, em seguida Jack vem em minha direção. Estou de costas a ele.

-Senta, é uma história demorada!

-Devia ter 

-Confiado em você? Eu vi o futuro, eu sei o que pretendia fazer. Não marcamos este encontro pra falar da minha rebeldia e das mortes na cidade. Te chamei aqui para lhe explicar por que não pode prender. -Explico e ele senta ao meu lado com as pernas opostas as minhas.

-A sua perna! 

-Esta é a grande vantagem. Escute Jack há algo a mais nesta cidade. O grande mal aqui não é eu. 

-Talvez seja Dodge.

-Nao apenas ele! Há outros, são mais fortes, mais rápidos e mais inteligentes, são originais. Você sabe o que é um original?

-Sim mas eles não estão aqui. Não pertence a este país, não há nada aqui de interessante para eles.

-Você está errado. -Digo e respiro para contar toda a verdade.

-Minha avó. Ela morreu protegendo um livro. Ele está preso dentro da casa. Eles querem! -Explico e olho em seus olhos castanhos.

-Eles obrigaram meu pai e agora está obrigado a mim. Se eu não encontrar vão matar sua princesa Júlia!

-Ela não é minha! Eu não gosto dela. Você não entende não é. A princesa aqui não é elas, é você! É com você que quero estar e por isto quero te ajudar. -Ele declara, deito ao chão encarando o sol que está quase se pondo.

-Nao pode me amar. -Digo e ele também se deita de modo que apenas nossos olhos se encontram.

-Por que não? Por que é uma vampira? 

-Su sou um monstro e gosto de ser assim. -Volto a olhar o sol.

-Mas também gosta de ser princesa. Eu não vou te entregar e te prender, se você precisa mesmo encontrar este livro eu posso ajudar. -Informa ele, continuo olhando para o sol.

-Isto é ? -Pergunta Jack também olhando para o sol.

-Parece um. -Digo.

-Eclipse! -Afirma ele.

-Mas isto estava previsto? -Pergunto.

-É incrível e lindo, assim como seus olhos. -Ele diz, paro de olhar o eclipse e encaro Jack, seus olhos são lindos, pisco e minha visão começa a embaçar.

-Jack! -Digo fraca desmaiando.

Pisco tentando acordar mas a fraqueza toma conta de mim. Fico desacordada por alguns minutos, ouço Jack me chamar e gritar, minha cabeça estar a doer e meu coração está disparado a mil, sinto meu corpo frio mas estou suando.

-Vitória! VITÓRIA! Acorde! 

-Jack! -Digo mais uma vez recuperando o fôlego. 

Voto a enxerga-lo melhor.

-Ta tudo bem! Tudo bem! Foi apenas um susto. -Ele encosta sua cabeça junto a minha de modo que nossas bocas quase se encontra.

-Desculpe deve ser a doença, sabe a cada dia piora.

-Sinto muito! Mas saiba que estou aqui! -Diz ele, balanço a cabeça. 

Não sei o que está acontecendo mas sinto que preciso aproximar mais dele. Sinto o cheiro de seu sangue.

-Eu sei que é difícil controlar mas quero muito tentar! Por favor! Deixa eu! -Antes que ele peça pra me beijar balanço a cabeça afirmando, fecho os olhos e aguardo fazendo o possível para me manter no controle.

Estamos quase la mas somos interrompidos.

-Vitoria! temos companhia! -Diz Dodge.

-O que? -Levanto espantada. Ouço helicópteros.

-Você nos entregou? -Pergunto.

-Nao! Eu juro! Eu não fiz nada! -Diz Jack.

-Então como eles nos encontraram? -Grita Dodge!

-Eu não sei. Vocês devem estar grampeados! -Defende ele.

-Jack leva isto! Dodge temos que ir! -Entrego a mochila a Jack e fujo com Dodge, sou atingida com uma bala de madeira. 
Caio ao chão.

-Vitória venha vamos! -Chama Dodge me puxando! Os helicópteros estão em cima de nossas cabeças prontos para nos levar.

-Nao podem mais fugir! -Grita um policial, eles invadem a ponte e vem em nossa direção.

-Dodge fuja. Eu não vou conseguir mesmo! Fuja! -Grito e ele corre. Os policiais me cercam e atiram em mim, minhas presas nascem fico nervosa e quero mata-los mas estou muito fraca. 

-Segurem ela! -Grita Alan descendo do helicóptero por uma corda pois ainda está voando.

Fico mais furiosa, não posso deixar eles me prender, preciso encontrar o livro e proteger minha irmã.

-Segurem ela! Prendam-a! -Grita Alan, os guardas me seguram pelas pernas e braços, luto tentando sair, lembro-me de Emmy, papai e minha irmã, lembro-me de Tânia, grito e minha força volta, liberto o monstro que está em mim, me transformo em lobo rasgando minhas roupas.

-Ah meu Deus, abortar! Corram -Grita Alan correndo para a corda. 
Termino de me transformar e arranco as cabeças de todos os guardas ali, alguns tentam fugir mas corro atrás e os ataco, eles tentam atirar mas sou mais rápida, vou pulando de um em um e observo Alan fugir, consigo deixar todos mortos ao chão, Alan é puxado para o helicóptero, corro e pulo em suas pernas tentando impedir, mordo seu pé esquerdo e arranco. Caio ao chão e vejo que seu pé voltou a crescer. Ele é um vampiro, está é a única explicação! Uivo furiosa.

+++

***Jack

Chego em casa preocupado com Vitória e abro a mochila. Não entendi o que aquilo significava, havia uma flecha ali e um pedaço de papel escrito Emmy. Passo os dedos em cima e sinto algo, ponho o papel em frente a luz e vejo escrito.
-Sou uma flecha e um lobo. Vale dos espinhos: 8,5,3,7.

+++

***Vitória

Após o ocorrido na ponte eu tinha que me alimentar, estava com muita fome, a cada dia isto piorava, quanto mais me alimentava mais faminta ficava. Cheguei em casa peguei uma faca e um garfo, voltei às ruas e avistei um homem que provavelmente estava voltando do trabalho. Sempre com meu vestido preto me sentia mais forte. Eu o segui, ele logo percebeu e acelerou os passos. Insisti, caminhei um pouco mais rápido. O homem caminhava rapidamente e olhava várias vezes para trás. Aquilo me deixava ainda mais com fome, me dava mais vontade de mata-lo. Seu medo fazia seu sangue esquentar e eu pude sentir. O homem continuou andando ligeiro e eu estava apenas alguns passos dele. Ele olhou novamente para trás e correu. Infelizmente ele alcançou a sua casa e entrou, como não podia entrar fiquei ao lado de fora. Esperei outro vim. 
Não demorou muito e uma mulher apareceu na rua, assim que ela me viu ficou com medo. Passou por mim e eu pude sentir ainda mais de perto seu medo, seu cheiro e seu sangue. A segui, ela fez exatamente igual ao homem, acelerou os passos. Mas desta vez eu não ia vacilar. Corri rápido parei em sua frente.

-O que está fazendo? -Ela perguntou amedrontada.

Mostrei o garfo e a faca. 

-Vou jantar! -Apenas gritos em diante.

Continua…

#ellenk (Vote e comenta)

01/10 Não somos apenas índios!

Livro 01 – Vitória – Castelo Para Vampiros

Aquele não era um bom dia pra mim, já não bastava fugir de Jack e agora tinha que fugir dos índios também, eles me prenderam em uma árvore e me passou conceitos ridículos de sobrevivência, mas se eu me fizesse de vítima poderia ganhar um presente e não ter mais que trabalhar para Dodge. As cordas estavam me ferindo muito e minha fome já estava grande. Meu nariz começa a pingar sangue. Me lembro de uma faca na capa, alcanço o bolso e pego com todo cuidado para que eles não vejam.

—Vamos iniciar a transição, vou lhe dar sangue humano você está prestes a morrer. —Informa o índio. Começo a corroer a corda com a faca.

—Promete que me fará andar ao sol e deixará ver minha família após isto, por favor é.

—Marlon! —Informa.

—Por favor!

—Vitória, é contra nossas regras! Você pode se descontrolar lá fora e matar alguém! —Diz ele.

—Você precisa me soltar eu tenho um bom motivo! —Nao será fácil convencer, terei que dizer a verdade.

—Esta bem vou lhe dar a chance de me informar o bom motivo.

—Existe um livro que outros vampiros estão querendo, estão usando minha irmã como meu ponto fraco, eles querem que eu encontre já que meu pai não foi competente no serviço.

—Esta não! —Indaga ele.

—Eu sou filha de Thomas. —Explico e rasgo a corda! Me solto e tento correr mas os índios me cercam apontando suas flechas, uma atinge minha perna esquerda. Puxo com força e tiro, meus olhos se enchem de lágrimas com a dor.

—Esperem não a machuquem! —Pede o índio gritando.

—Marlon ela não está pronta! —Diz o chefe.

—Ela é a filha de Thomas, é nossa única chance, precisamos proteger aquele livro, ela irá nos entregar. Não é Vitória? —Pergunta o índio! Penso em lutar mas são muitos índios e meu nariz está sangrando, não é um bom sinal.

—O livro! Nós precisamos do livro, não pode parar em mãos erradas se não será nosso fim! —Grita o chefe.

—Você como descendente de Emmy, deve nos livrar do mal. —Pede Marlon.

—Conheceram minha vó? —Pergunto surpresa.

—Sim, ela morreu protegendo este livro, agora você sabe por que não pode dar isto a eles. —Explica o índio, meus olhos se enchem de lágrimas, balanço a cabeça e concordo.

—Ela precisa voltar para casa sozinha. É necessário fazer o feitiço  contra o sol. É contra as regras entrarmos na cidade. —Informa Marlon.

—Mas por que? —Pergunto.

—É um trato que fizemos com os agentes da delegacia. O que entra na floresta pertence a nós e o que entra na cidade pertence a eles. —Explica o chefe.

—Eles conhecem vocês? 
—Sim, não somos apenas índios! Não somos apenas vampiros! —Diz Marlon. Todos os índios exceto o chefe se transformam em lobos.

—Traga o livro! 

Continua…

#ellenk (Vote e comenta)

01/09 Como os vampiros tem se multiplicado?

Livro 01 – Vitória – Castelo Para Vampiros

***Jack

Chego ao hospital e me deparo com Tânia em coma, o acidente foi um terrível acontecimento, logo seu pai quer saber se descobrir algo.

—Identificou ele?

—Lamento. Vitória estava muito nervosa na hora do acontecimento, ela me informou que não viu nada. —Explico.

—Será que você não percebe? —Pergunta Alan passando as mãos em seus longos cabelos loiros.

—O que?

—Vitoria é uma das nossas. Ela é a principal suspeita. Pensa Jack! Como ela conseguiu seu número? Como ela te telefonou? —Acusa ele.

—Nos não temos provas! Eu não a vi cometendo nenhum crime!

—Ela é mais inteligente do que os outros e está mentindo pra você! 

—Não. Não está , eu fiz o teste! —Defendo.

—Você está apaixonado por esta garota, está claro isto! Mas você tem que ser esperto e ver que ela é o grande mal desta cidade. 

—É impossível! —Continuo defender Vitória como se ele tivesse razão. Acho que me apaixonei mesmo por esta garota.

—Não Jack. As imagens da câmera de segurança da delegacia foram deletadas, alguns de nossos arquivos foram remexidos e levados. Aquela Verbena foi trocada, é por isto que o seu teste não deu certo! Estamos um passo atrás por conta da sua ingenuidade. Quero que investiga este caso e você mesmo prenda a princesa. —Ele ordena e sai do quarto. 

Encaro a frágil garota loira deitada naquela cama e me pergunto por que acabou tão rápido? Por que não consigo mais sentir atração por ela? Por que meu coração dispara quando estou próximo a Vitória? Teria razão o seu pai? Eu me apaixonei? Mesmo que isto esteja acontecendo não posso ignorar todas as mortes e crimes naquela cidade, se ela for a culpada devo prende-la.

+++

***Vitória

Após o ocorrido ficou tudo muito confuso para min. Cheguei em casa, abri a porta e algo aconteceu.

—Não se mecha! Eu sei o que você é! Sei das mortes, da delegacia e de Tânia. —Informa Jack.

—Não Jack pare! Não pode me prender. Isto vai muito além! —Digo

—Vitoria eu posso te ajudar! Estamos lidando muito bem com Thomas. Confie em mim!

—Não posso me desculpa! Se eu não fizer o que eles me pede vão machucar minha irmã. Por favor! —Peco.

—Esta tudo bem! —Ela guarda a arma.
Me aproximo quase sem medo.

—Preciso te contar uma coisa! Sobre nós! 
—Informa, me aproximo mais.

—Eu me apaixonei por você! —Revela Jack. Me aproximo e fico mais perto dele.

—E é por isto que vou te prender! —Jack puxa uma estaca da sua cintura e enfia em minha barriga.

Abro os olhos e percebo que nada aconteceu. Eu apenas vi o futuro. Escuto o barulho da sirene do carro da polícia, devo sair dali logo o mais rápido possível.

Ponho minha grande capa que me protege do sol e corro até a floresta. Subo em uma árvore e observo Jack chegar. Assim como na minha visão ele pega uma arma e entra na casa mirando para todos os lados. Eles sabem de mim! Não sei o que fazer agora. Não tenho muito tempo pra encontrar o livro, devo apenas ligar pra minha mãe e pedir pra levar minha irmã mas esta não irá aceitar tão fácil. E agora? O que eu faço? Sinto uma pancada em minha nuca, Caio da árvore e apago.

+++

***Marlon o Índio

—Temos mais uma! —Levamos a princesa para a cabana.

Apos alguns minutos ela acorda assustada.

—O que? Quem é você? Por que estou presa? Me soltem! —Grita tentando se soltar mas não irá conseguir pois a prendemos amarrada na árvore com cordas banhadas de verbena. 

—Índios! —Diz ela.

—Não se preocupe! Não iremos te machucar! —Informo.

—Já estão me machucando! Me soltem pra conversarmos por favor! —Ela pede.

—Primeiro me diga sobre as mortes. Foi você? —Pergunto.

—Quem é você?

—Com toda certeza não sou seu jantar!

—Não fui eu! NÃO FUI EU! NAO FUI EU! —Grita ela em desespero.

—Sou um índio, estou a procura de vampiros.

—Para mata-los? 

—Não. Para brincar de derruba-los da árvore. —Digo em Ironia.

—Não sou um. Não ainda. —Diz a garota.

—Ainda não completou a transição? —Pergunto.

—Não pretendo completar. Não posso viver assim. Prefiro morrer. —Preocupado com o que acabo de ouvir me aproximo ao chefe da tribo e pergunto o que devo fazer.

—Como os vampiros tem se multiplicado? —Pergunta ela gritando.

—São vocês? —Completa.

—Trafico. —Respondo voltando para próximo da garota.

—O que isto influencia? 

—É uma droga diferente baseada em dois conceitos. Primeiro matar o humano e depois o transformar. Algum vampiro muito forte, provavelmente o sangue de um original está servindo como o segundo conceito, o de transformar. O resto você já sabe, vem a fome.

—Por que isto? 

—Não sabemos ainda. Mas temos um plano de sobrevivência. Estamos procurando os vampiros e mudando-os. —Explico e ela sorri.

—Como podem ser tão estúpidos? —Ela caçoa.

—Quando me transformei matei muitos e eles me ajudaram. —Explico.

—Eu não preciso da sua ajuda. Já disse que não vou ser assim.

—Você pode controlar depois que completar o ciclo. Não tem escolhas. Se não fizer irá morrer!

—Não tenho nada a perder!

—Nao precisa ser assim. Nao precisa  matar ninguém. Pode fazer coisas comuns como pessoa comum. —Explico.

—Posso andar no sol? 

Continua…

#ellenk (Vote e comenta)